terça-feira, 30 de junho de 2015

O que a situação da Grécia me faz lembrar

Lembrei-me de quando a professora de português do 5.º ano pediu para fazer um trabalho sobre contos tradicionais portugueses. Adorei. Deu-me um prazer enorme fazê-lo.
Trinta anos depois, ainda me lembro de alguns contos. Há um em particular que a parte final me faz rir a bom rir. Disparate, eu sei porque não é nada de especial mas com isto da Grécia, nem digo as vezes que determinado excerto me vem à cabeça.

É algo do género:

              Fui cagar ao cemitério
              Mesmo por cima de um penedo
              Levantou-se de lá um morto e disse:
              - Tens um cu que mete medo!

E não faço comentários.

Até fiquei atordoada

"- Amorzinho, quarta queres ir à praia connosco?"
"- Quarta, tia? Quarta tenho uma reunião!" - disse ele, todo importante.

O puto tem sete anos, querem lá ver... Começa cedo!
E só vai à escola receber as notas!

Amor meu II

Ontem passou a última hora antes de irmos dormir, a torrar-me o juízo.
"- E pró jantar de amanhã, o que te apetece?"

Perdi a conta às vezes que disse estar sem ideias.

De repente, saio-me com um creme de cenoura e uns camarões fritos em cerveja e mostarda.

- "Para desenjoar dos últimos dias!"

"- É que amanhã há jogo na televisão..." - lembrou(-me) ele.

Suspiro.
"- Vá! Bifanas no pão, pode ser?"

"- Pão ou papo-seco?"

A sério? Chiça!

Amor meu

Sento-me na cama e deito-me de imediato. Marido entra no quarto e digo-lhe:
- Estou a andar...
- Estás? - pergunta ele irónico.
- ... à roda. - termino.

E o desgraçado ri-se.
Queria ver se tivesses quebras de tensão, ó meu palerma!

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Diz-me lá... foi só praia este fim-de-semana?

Pelo amor da santa! Mas eu ia lá para a praia com o caloraço que estava?

O fim-de-semana foi passado em casa, a enfardar caracóis, pianinho no churrasco, lasanha, melancia, damascos, cerejas e gelados como se não houvesse amanhã!

Ah! E aproveitei para fazer umas belas de umas sestas! Abençoadas!

sábado, 27 de junho de 2015

E no Algarve é assim...

Assim, é como quem diz...
Num dia normal de Verão, às sete da manhã ainda está um fresquinho gostoso.
Hoje, às sete da manhã já estava calor.

O dia promete.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

As coisas que tenho de ouvir

- Do que mais me arrependo nesta vida foi de não me ter metido na política. Os meus amigos que o fizeram está tudo mais que orientado!

Coitadinho! Morro de pena de ti!

domingo, 21 de junho de 2015

Perdão

Há tempos, uma amiga escreveu um texto muito bonito sobre perdão.
Li. Fiquei a remoer. Cobicei-lhe a capacidade.
Sei. Assumo. Não sou capaz de perdoar.

Posso esquecer. Aliás, esqueço com alguma facilidade. Meto lá pró fundo. Mesmo fundo. Acontece que às vezes o que foi esquecido vem rapidamente à tona. Acontece, sim senhora! E tudo fresquinho.

Talvez um dia, cresça um bocadinho.


sábado, 20 de junho de 2015

Dor de cotovelo

E muitas nódoas negras.
Primeiro, afinfei uma cotovelada na ombreira da porta da casa de banho.
Depois, afinfei outra cotovelada na porta da frente, mesmo na quina.

Tudo condensadinho no mesmo cotovelo.

Gosto tanto de mim! O marido também, já que marcou presença nas cotoveladas...

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Falsas compensações

Ando a tentar compensar uma insatisfação geral com comida. Grelhados, massas, marisco, doces, salgados.

Resultado: Nada me sabe bem e continuo insatisfeita.

Mulheres!

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Confiança ou a falta dela

Em conversa com o mano, assumi que não confio em ninguém.
E não é só a nível profissional, infelizmente.
É verdade. É triste mas é verdade. Quanto mais as pessoas se aproximam, menos eu confio.
Só experiências boas, ?

terça-feira, 16 de junho de 2015

Quebras de tensão

Ao acordar. Tem sido o pão nosso dos últimos quinze dias!

É tiro e queda. Ainda nem abri a pestana e pumba. Quarto a rodar.
Pensava que era por estar muito calor e o corpo ainda não se ter habituado mas nos últimos quatro dias as temperaturas baixaram consideravelmente e não faço a mais pálida ideia do que provoca isto. Fazer até faço... o despertador. O acordar bruscamente.

Mas houve um dia em que acordei fresca e maravilhosa. Saí de casa a deitar foguetes.
Fiz o que tinha a fazer nessa manhã mas apanhei sol com fartura na moleirinha e torrei, literalmente. Fui almoçar com o marido e uma amiga. À porta do restaurante, a amiga estatelou-se na calçada. Cara ao chão. sangue por todo o lado. Fomos para a casa de banho e depois do sangue estancado é que deu para ver os estragos. Um pequeno corte na cana do nariz e outro corte no lábio inferior. Lábio superior com grande hematoma interior e ponta do nariz queimada da fricção. Costelas e um pulso doridos. Podia ter sido muito pior. Podia ter partido uns ossos que a queda não foi bonita.
Já sentada à mesa, começo a ver tudo a rodar. Vieram uns calores enormes ao mesmo tempo que não sentia o chão debaixo dos pés e só tive tempo de pedir ao marido que me levasse para a casa de banho. Fiquei lá uns dez minutos de cabeça encostada aos azulejos frescos da parede e regressei perfeitamente recuperada à sala de refeições. Calculo que o calor em excesso na rua, seguido do tempo que ficamos na casa de banho, exageradamente refrigerada, foi o gatilho para a quebra.
Foi um verdadeiro almoço gourmet! As especialidades não faltaram!

A ver vamos nos próximos dias...

sábado, 13 de junho de 2015

Antecipação

Tenho umas compras para fazer. De hoje não pode passar. Há quinze dias que adio. Daqui a umas horas vou gastar solas (se fossem só as solas!) num dos centros comerciais cá do burgo. E como é sábado e o tempo não está para praia, aquela coisa vai estar apinhada de pessoal. Gabo-lhes o gosto.

Fico enjoada só de pensar.

Estou tão cáustica que ainda abro um buraco no sítio onde ficar parada mais de dois minutos...

Cuidado com as pedras

Ontem de manhã:
- Amorzinho?
- Diz...
- Vão umas sardinhitas?
- Mas tu pensas que tou prenha ou quÊ???
- Depois do Santo António!
- Ah, bom! Assim está melhor!

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Só sei dizer que a paciência que é coisa boa...

Escafedeu-se.

Levou-a, o vento desgraçado.

Digam-me que isto é do tempo porque se for da idade, vou ali e já volto.

Caracinhas

Tenho os pés gelados e ontem à noite quando saímos para jantar, bati as dentolas.
Há três horas que luto para adormecer mas não consigo porque o cobertor com que me tapei, não é o suficiente para aquecer.
Só vejo uma solução mas corro o risco de ser corrida da cama: enroscar-me no homem.
Mas como o homem deve estar com calor, resta-me o cão.
Querem lá ver? Cama para três?