quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Fanatismo religioso no facebook: A Girafa que é o Diabo

Tenho uma fanática religiosa no facebook.
É casada com um amigo, cunhada e nora de amigas.
A rapariga não mede o que escreve e publica.
Agora defende com unhas e dentes que aquele jogo estúpido da girafa que meio mundo anda a postar nos perfis do facebook, é uma armadilha do diabo para entrar no corpo de quem participa. Sim e até tem um link para um qualquer site onde fundamenta a sua opinião.

Estou com vontade de a bloquear.

E não, não sou das que fez o jogo. Já estou é farta de ler tanta parvoíce! Ataca tudo o que é crenças. Só a dela é que é a verdadeira!
 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Sem conta nem medida

Vou deixar de ir a casa da mana.
Esta noite, o que era suposto ser apenas uma sushisada caseira, foi também camarão panado, pizzetas na frigideira, choco frito, salmão fumado, batata doce assada, amoras, goiabas madurinhas, farturas, ...
Enfardei um boi e metade de outro.
O esforço de uma série de semanas, deve ter ido p'ra galheta.
Amanhã, recomeçamos.
Cof, cof! Recomeço eu que o senhor meu marido teve tino na boca e portou-se bem!


domingo, 27 de outubro de 2013

Ai soninho, soninho!

O homem vai ao quarto e chama para o almoço. Abre a janela, entra o sol, quebra-me o sono.
Volto-me, tapo a cabeça com o cobertor.
Passados uns minutos aparece o Sasha. Espeta o nariz molhado no meu. Enfia-me uma lambidela a modos de lavagem de cara e vai-se embora.
Oiço os pratos na cozinha (acho que ele anda com vontade de mudar de serviço, tomando em conta os dois pratos lascados em tão pouco tempo) e sento-me. Um olho fechado, o outro mal aberto, muita claridade, muita dor de cabeça, puxo pelas calças de ganga, enfio uma perna, apago um bocadinho, enfio a outra. Levanto-me. Baloicei por um instante. Calço os chinelos, arrasto-me para a casa de banho e sai-me de fininho: - Arranja-me aí um café, tá bem?
- Bolero? - pergunta ele.
- Qual Bolero, qual quê! Do outro!
Se tivesse filhos estava tão mas tão lixada!

sábado, 26 de outubro de 2013

Se há coisa que dispensava

é a mudança da hora!
Ainda ela não mudou e já eu suspiro por Março.
Amanhã, por esta hora, mais coisa menos coisa, toda eu sou ais e choradinhos.

As coisas de que me lembro

Há uns anos tive uma colega de trabalho que em bom português... é melhor não dizer... bem, era e é, uma grandessíssima coisa feia.
Ora, essa colega tem um medo que se pela de trovoadas.
Neste momento, cai o carmo e a trindade... e eu dou por mim a sorrir.
Sim! Porque consigo visualiza-la borradinha de medo.
Delicioso!

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Onde raio se meteu o bronze?
Sou morena mas olho para mim e tou leitinho com muito pouco café...
Mau...

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A pancada continua

Os cravos ainda não me desocuparam a cabeça.
Não semeei, não plantei, nem comprei.
Recuso-me a ceder ao capricho.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Marido e restante família

Se eu quinar pr'aí, sem razão aparente, peço-vos: processem o Governo.
É ele, o responsável pela minha morte precoce.
Criem um mega-processo com outras famílias. É que o meu caso não é de certeza o único.

Sei que vivo num país que tem governantes merdosos

quando oiço nas notícias que está previsto no OE 2014, que o crime fiscal vai obrigar a julgamento mesmo quando o imposto em falta é pago. 
Vá minha gente, têm uma empresa? O melhor é encerrá-la. Não vá haver um azar e quando sabem... Pimbas! Cadeia que é o que é bom para a tosse!
Isto num país onde todos os dias os tribunais metem na rua os verdadeiros criminosos.
Ironia, não é? Estas coisas tiram-me do sério.

domingo, 20 de outubro de 2013

Parte II

Ou umas azeitonas britadas com um belo naco de pão.
Já agora uns torresmos.

Sorte a minha não ter nada disto em casa.
Não passa da vontade.

Garantido

São três da manhã e agora marchavam umas belas de umas migas de espargo verde.
Oh, se marchavam!
Ou de coentros...
Ou só umas migas normais...
Não sou esquisita! Tou é com uma larica do tamanho do mundo!
Ou as sopas de tomate do cunhado.
Ou uma açorda de bacalhau...

João Perry

Estive a ver a entrevista do João Perry, no Alta Definição.
Fiquei sem palavras perante tanta mágoa.

sábado, 19 de outubro de 2013

Esta é a altura do ano

Em que me encharco em marmelos assados, marmelada e diospiros.

Isto ficava muito mais sugestivo com umas fotos, não é?
A gula tem sido mais rápida e eficaz que a máquina fotográfica!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013


Ontem, a Ministra das Finanças se pudesse, tinha reduzido o José Gomes Ferreira a pó!
Havia vezes que nem o olhava a direito! E o revirar de olhos? A muito custo lá o disfarçou um bocadinho!
E a mudança de postura quando ele lhe perguntou sobre as poupanças pessoais?
É um gosto ver este homem a entrevistar... é que ele não se deixa enrolar... 

Esta senhora lembra-me tanto uma professora de economia que tive... dispensava ter-me lembrado disto.

Bem bom!

Ontem foste chato como a potassa por causa da cebola mas o certo é que o risoto estava uma delicia.
Quando o fizeres novamente, podes mandar convite que o pessoal agradece!

Não sabia mas fiquei a saber

Que há quem perca tempo e energia a discutir por causa de uma cebola!
Haja paciência!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Onde está Deus?

Sobrinhito, diz com alguma gravidade: - Tia, Deus está no céu.
- Está, amor? Disseram-te isso?
- Sim, na escola.
- Pois... ouve com atenção.
Ele parou e olhou para mim, à espera.
- Deus está em todo o lado.
- O quê? - e ele já a olhar à volta.
- Está sim. Não o vemos mas está.
E ele já de cenho franzido.
- Sabes o que é o ar? Tu não vês o ar, pois não? Mas sopra lá para a tua mão... (e ele soprou) ... Sentiste?
- Sim!
- Então, Deus é como o ar. Não o vemos, mas sentimo-lo e está em todo o lado... mesmo que não o vejas.

Ontem perguntamos-lhe onde estava Deus.
Ele disse que Deus é como o ar. Depois soprou para a mão e disse: - Está aqui!

Estou feita. Estou para ver o que lhe vão dizer na escolinha. Devia ter ficado calada.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

E quem já se atirou aos calmantes, por causa do comunicado da ministra da finanças?

Shame on me

Fui cilindrada por um puto de cinco anos.
Não me venham com coisas... estes putos já nascem ensinados.
E mais não digo porque tenho vergonha!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Como assustar a minha irmã sem meter bicharada ao barulho

No outro dia, na casa dela, o meu sobrinho brincava com um carro telecomandado na sala onde ela também estava.
Quase na outra ponta da casa e com muitas paredes entre nós, estava eu com o meu irmão em plena cavaqueira. A certa altura, o miúdo foi ter connosco e pôs o comando do carro ao meu lado, enquanto foi fazer não sei o quê.
Distraida, agarrei naquilo e como parece uma pistola grande e tem uma espécie de gatilho, pus-me a brincar.
Passados uns segundos, ouvimos uns belos de uns gritos. A minha irmã, chamava o meu sobrinho em alto e bom som. A criança assustada sai disparada para ir ter com a mãe.

Resumindo e contando a parte que eu não vi porque estava bem longe.

O carro tinha ficado na sala. A determinada altura o carro começou a andar sozinho. A minha irmã quando viu que não era o marido dela nem o meu a brincarem, começou num berreiro descomunal. O meu cunhado a gozar com ela, dizia que eram almas de outro mundo.
Quando o miudo chegou ao pé dela, ainda foi pior. É que também não era ele a fazer aquilo andar.
E eu muito sinceramente, nunca me passou pela cabeça que o alcance fosse tanto. Cada vez que eu metia o dedo no gatilho era ouvi-la gritar!
Até que eu e o meu irmão juntassemos dois mais dois, levou um bocadinho a percebermos que era eu a causa da histeria.
E o que nos rimos, pá! Foi bom demais! 

domingo, 13 de outubro de 2013

Aos cinco anos passa-me um atestado de burrice

Ontem levei para a casa da minha mãe mais uma máquina de costura.
Caixa em cima da mesa, o sobrinho mais que curioso em ver o que saía dali.
Uma coisa ele sabia. Serve para fazer vestidos. Isto porque me ouviu dizer a uma amiguinha dele que lhe ía fazer um vestido para uma boneca.
Pôs-se ao meu lado e não descolou. Aproveitei-me daquela atenção e fiz render o peixe.
As máquinas de costura não têm ciência nenhuma para mim mas por causa dele, abri o livro de instruções e ia dizendo em voz alta tudo o que ia fazendo. E ele sempre com questões.
- Para que serve isto? Para que serve aquilo? Onde vais pôr isto? E aquilo? E aqui, já leste o que diz aqui?
E eu: - Calma, vamos devagar...
E ele de pedra e cal ali ao lado, a ajudar-me a pôr e tirar acessórios. A encher carretos.
- Não podes pôr aqui as mãos. Fazes assim. Fazes assado.
Comecei a brincar com a máquina de costura da minha mãe quando tinha a idade dele e por isso respeitei o interesse. O pai é que ficou um bocado amarelo!
- Fazes-me um vestido para o Caquinhas?
Olhei para a minha irmã e foi uma risada. A amiga dele não podia ser a única a ter um presente! Ai, os ciumes!
- Um vestido para o Caquinhas?
O Caquinhas é um urso polar branco que dorme com ele desde bebé.
- Faço, pois! Uma camisa de dormir. Pode ser?
- Pode!
Começo a experimentar os pontos e aquilo começou a ser chato para ele. Acho que queria ver sair dali um vestido com a rapidez com que ele nos tira um café da máquina.
Às tantas, vira-se e diz:
- Oh, tia! Tu não percebes nada disso!

sábado, 12 de outubro de 2013

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Vai-se a ver e eles são como o algodão... não enganam

Tenho aqui uma perna e um pé, a dizerem-me que o tempo vai mudar.
Isto com a idade é só acumular habilitações!

Agora sim: para mim, está a chegar o Outono.

Já a arrecadar para os próximos ordenados

Hoje passei por uma operação stop. Olhei para aquilo tudo e de repente comecei a trautear esta música!
Era tanta a azáfama e o capricho na busca por onde pegar para conseguir autuar que se a maioria do pessoal que foi multado, não estivesse com a corda no pescoço, eu até dava umas boas gargalhadas. É que isto de andar a trabalhar para depois virem estes ****** roubarem o que sobra...
Era eu a ver aquela descarada caça à multa, aquele sururu todo, as motas a perseguirem os veículos que não lhes iam directamente parar às mãos e um calor repentino começou a subir-me à cabeça. Um dia destes dá-me um avc com as irritações que apanho.
Gente nojentinha, pá! Quando fazem falta nem aparecem. Telefonamos não sei quantas vezes e nem mexem o cu!

Ai Cátinha, mulher, o teu irmão gosta mesmo muito de ti

Amor. Amor dos grandes é o que o Ronaldo sente pela mana. Dizem que o amor é cego, surdo e mudo, não é? É que se fosse eu pagava-lhe para estar calada... até estou a ver os azulejos a racharem quando ela canta a plenos pulmões no banho.
A sério... eu tinha vergonha de aparecer a fazer estas tristes figuras.
Triste. Oh, pá! Não há quem abra os olhos à rapariga?
Que vergonha!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

De lagriminha no canto do olho

Tamanha é a emoção que sinto com a humildade da irmã do Cristiano Ronaldo... aquela, a que pensa que canta... a que diz que nela há uma estrelinha...
Sorte a dela que tem quem lhe concretize os caprichos.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Hoje fui ao mercado.
Comprei quatro ameixas, um quilo de uvas e discuti com a minha sogra a falta de frescura dos cravos.
Isto tudo a sonhar.

Os cravos não me largam!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

É ridículo

Mas é esta a minha relação com a cerveja.
Excepto se a comida for picante. Se acompanhada de chamuças posso beber à vontade que não fico de pantanas!
Gabo o gosto (not) a quem emborca garrafa atrás de garrafa!

E tanta conversa pra quê? Nem sequer sou apreciadora de cerveja. Só quero mesmo que me passe a mente toldada e o peso nas pestanas!

Será só a mim que aquilo parece xixi?

Bejeca

Não vale a pena insistir.
Bebe-se um copo de cerveja ao jantar para ajudar a comida (desculpa amor mas a invenção não foi das melhores) a escorregar melhor e quem está pronta para escorregar sou eu. Para o vale dos lençóis.
Um miserável copo. Um pequeno copo.
Bato uma sorna no sofá ou vou directa pra cama?

Cravos




Não gosto particularmente da flor, dos vermelhos então não gosto mesmo nada. Mas de há uns tempos para cá só penso em cravos. Brancos, amarelos, rosa, lisos ou matizados. 
Em pequenina, a minha avó ensinou-me a propagá-los por estaca e lembro-me que era uma coisa que eu adorava fazer. Durante alguns anos, a minha avó colhia do seu jardim todas as flores que iria usar no dia de Todos-os-Santos. E eram umas boas dezenas de flores!
Os cravos faziam parte deste ritual e os dela eram lindissimos!
Com o tempo fui deixando de gostar da flor. Aliás, há anos que não pego em nenhum. A última vez foi, se não me falha a memória, num 25 de Abril quando me ofereceram um, há muitos, muitos anos.
Agora é isto. Só penso em cravos, cravos, cravos.
Em comprar, em plantar.
Até nos sonhos.

domingo, 6 de outubro de 2013

Não anda, galopa!

Ainda ontem era sexta. Agora já é quase segunda.
Que raio se passa com o tempo que passa tão depressa?

sábado, 5 de outubro de 2013

A fertilidade da terra


Tenho gémeos num dos lados da família. O que fiquei a saber com o estudo que estou a fazer é que afinal nesta ramificação sempre houveram gémeos.
Este ramo da família vivia num sítio pequenino de uma determinada freguesia e como para encontrar os meus tenho de ler tudo o que é assento, acabo por conhecer as outras famílias da terra.
O extraordinário é que não era só as minhas gentes a ter gémeos. Haviam mais umas quatro famílias só naquele lugar. Famílias que não tinham quaisquer laços entre elas. Uma delas até teve trigémeos.
Só posso concluir uma coisa: aquele lugar, apesar de pequenino, devia ser um poço de fertilidade!

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Psicologicamente falando

Estou num momento de desajuste emocional. Foi contágio. Ainda não me deu foi para enrolar as pontas dos cabelos e morder as unhas... nem vai dar... pode acontecer é torrar o juízo ao homem e ao cão.
Um remédio bom... natural e eficaz... sexo.
 Ah, ah, ah, deixa-me lá rir um bocadinho!

Esponja

Hoje sou uma esponja.
Acorda uma pessoa bem disposta, beijinho pra cá, beijinho pra lá, ainda antes de comer qualquer coisa, liga para a famelga para fazer o ponto do dia e depois recebe um telefonema de alguém que se sente fisicamente mal e psicologicamente está em baixo.
Ora, a pessoa que acordou tão bem disposta, ao fim de dez minutos a ouvir e ouvir os desabafos da outra pessoa, fica irritadiça e com um humor de cão. Acho que até a minha respiração mudou. Inspirações e expirações curtas e rápidas.
Aposto que à outra lhe passou a dor de cabeça, o peso no peito e o aperto no coração.
As pessoas têm tendência a olhar para o próprio umbigo e não querem saber de mais nada. Ninguém é perfeito mas não me venham com m*****!
Estou... fiquei cansada. Pronta a ir para o cimo de um serro pregar um bom par de berros!

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Da erva daninha

Foi hoje. Não consegui evitá-los. Há dias estava no banho e ela nem me entrou em casa. Mas hoje, olhei para o lado e lá estavam eles.
Ele como quem exibe o carro novo, ela com pézinhos de lã a sondar-me com os olhos, mal abriu a boca.
Fui bem educada, sempre risonha mas não lhe dei muita trela.
Daqui a seis meses logo digo se me engano no juízo que faço dela.

- E amigo, se quiseres ajuda para te livrares dessa erva daninha, posso sempre pedir ali ao vizinho que leve o rebanho dele para essas pastagens! Ele ajuda! De bom grado!

Indícios

Então não é que assim como não quer a coisa, ao vasculhar os antepassados da famelga, descubro que um dos meus pretendentes (palavra tão cheia de ego, Meu Deus! já pareço a minha avó!) de mocinha solteira, partilha laços comigo?
E nem falo de um ex-namorado...
E os dois pelo mesmo lado... o sangue é forte, hein!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

14

14 anos em que não me arrependo nem de um só segundo passado contigo.
Parabéns a ti que tens uma paciência de santo para me aturar e Parabéns a mim que tenho o melhor marido do mundo.

Mas agora que escrevi estas palavras também tenho de dizer que o número mais importante é o 16. Esse sim. Esse está completo. O 14 tem uma importância relativa.
Sim foi há 16 anos que tomei a melhor e mais importante decisão da minha vida.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Húmida até aos ossos

Donde raio veio tanta humidade?
Tá tudo pegajoso,  a roupa não enxuga e fica com um cheiro esquisito, tenho montes de bicharada a fazer a maratona pelas paredes exteriores da casa e ainda agora foi posto na rua, um bicharoco que era assim uma mistura entre uma aranha e um besouro.
Ontem choveu e a humidade era sufocante.
Hoje não choveu e a humidade está sufocante.

E para avacalhar o acontecimento, como diz uma amiga minha, humidade, humidade, só num sítio que eu cá sei...
Blanhc... não fui muito feliz com esta.  

Estou pelos cabelos, aguentei-me mais de quatro dias calada mas agora...

Já chega de chuva, sim?
Hoje muito nebulado mas sem chuva, amanhã pouco nebulado.
Pode ser, S. Pedro?