terça-feira, 29 de março de 2016

Da justiça angolana (sim, com letra pequena)

Não vale um chavelho.
...

Clandestinos do Amor - Ana Moura



                              
"Vivemos sempre sem pedir licença
 cantávamos cantigas proibidas
 Vencemos os apelos da descrença
 que não deixaram mágoas nem feridas

 Clandestinos do Amor, sábios e loucos
 vivemos de promessas ao luar
 Das noites que souberam sempre a pouco
 sem saber o que havia para jantar

 Mas enquanto olhares para mim eu sou eterna
 estou viva enquanto ouvir a tua voz
 Contigo não há frio nem inverno
 e a música que ouvimos vem de nós

 Vivemos sem saber o que era o perigo
 de beijos e de cravos encarnados
 Do calor do vinho e dos amigos
 daquilo que para os outros é pecado

 Tu sabias que eu vinha ter contigo
 pegaste-me na mão para dançar
 Como se acordasse um sonho antigo
 nem a morte nos pode separar

 Nós somos um instante no infinito
 fragmento à deriva no Universo
 O que somos não é para ser dito
 o que sente não cabe num só verso

 Enquanto olhares para mim eu sou eterna
 estou viva enquanto ouvir a tua voz
 Contigo não há frio nem inverno
 e a música que ouvimos vem de nós"

                      António-Pedro Vasconcelos

sábado, 19 de março de 2016

sexta-feira, 18 de março de 2016

Pequenas grandes coisas

Há lá melhor coisa  que deitar numa cama de lençóis lavados?

Talvez haja.

Deitar em cama de lençóis lavados depois de um banho relaxante.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Está tudo mal

Depois do telefonema de ontem, confirmei  mais uma vez que andamos com as prioridades completamente erradas.
Não damos para tudo ou não temos capacidade para dar resposta a todas as questões mas ontem tive a certeza que se "ela" quisesse, se "ela" se dispusesse, seria reconhecida da maneira a que tem direito.
Alguém aprenderia que não é por parir... Há muito tempo que ela fez a escolha errada e aposto que a vida dela seria muito diferente se tivesse sido outra a direcção.