sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Alexandre Dumas


Desde tenra idade que me consideram uma devoradora de livros. A culpada? A mãezinha, a quem eu agradeço do fundo do coração, tamanho vício.

O meu actual companheiro de mesa de cabeceira (pronto, de vez em quando migra para a casa de banho): um clássico “Os três mosqueteiros”.

Não é a primeira vez que leio uma obra de Alexandre Dumas, recordo perfeitamente que me ofereceram os três volumes do Conde de Monte Cristo, tinha eu pouco mais de oito anos e que os li a todos em menos de uma semana. Assim como que assim, entre o Dia de Natal e a passagem de ano.

Mas eu não leio só a obra... tenho sempre a mania de vasculhar e ler tudo o que apanhe sobre o autor. Normalmente faço isto sempre que acabo um livro, infelizmente desta vez, tive a triste ideia de ler a cronologia de Alexandre Dumas, que se encontra logo no inicio do livro.

Que desencanto, que desilusão. Afinal, o escritor que editava dezenas de livros por ano, só o fazia porque tinha assistentes que faziam o trabalhinho dele. No final ele apenas fazia uma revisão e alguns ajustes!
E pronto querida, embrulha aí!

Vai dormir, vai...




quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

GULA?

Não sou gulosa mas por vezes tenho uns ataques de insanidade que só passam com um bolinho ou um chocolate. Tenho estes achaques aí umas duas vezes por mês. Há quem ponha a culpa nas hormonas mas ainda não me convenci disso. Até porque me acontece o mesmo com os malditos hamburguers de uma conhecida marca. Uma vez por mês é garantido! Quando dou por mim, já estou a caminho do drive-in. Felizmente fico satisfeita com a dose dos pequeninos!

Mas hoje me confesso… aqui perante este teclado, quase babando… a gula vai dar conta de mim. Na cozinha, aguardando em cima da bancada, três doces divinos. Dois feitos pela sogra… sogras destas quem não as quer??

E eu vou comer, comer e comer…

domingo, 17 de janeiro de 2010

sábado, 16 de janeiro de 2010

E valha-nos Santa Bárbara!



Cá pela Soneca não se incomode a Santinha! Deixe-se lá aí estar que há quem precise verdadeiramente de Si, como a minha avozinha ou a sonsa da minha colega (esqueça esta última, que a filha da mãe merece tudo o que lhe meta medo!)!!!

Afaste lá a trovoada, aí das bandas da minha avó e mande-a cá para as minhas que eu agradeço, sim??? Please, please!

Ainda está fraquinho, fraquinho…






sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Que querido, o Sr. Ministro das Finanças!

E que me dizem ao possível aumento de impostos, caso não se faça a vontadinha ao Governo?
Ou sim ou sopas... que com aqueles meninos não se brinca.
Mandem-nos para o meu infantário que nós logo os ensinamos a jogar à macaca... ou talvez não, que ainda tenho o azar de alguém ler isto e considerar-me uma ameaça aos patrõezinhos. E puf... era uma vez uma Soneca!

Finalmente sexta-feira!


Perdi a conta às vezes que ouvi e sim, pensei, esta frase. É um aconchego pensar nela, entrar em contagem decrescente. Depois chega-se a casa e vem-se até aqui, enquanto aguardamos que o marido venha do ginásio. Assim, exorcisam-se os acontecimentos do dia. E hoje então... já não dava para aguentar as colegas.

É verdade, assumo, trabalho num galinheiro que tem algumas cobras disfarçadas de galinhas.

Tenho lá uma sonsa... chamemos-lhe o que ela é, que este blogue serve mesmo é para para contar umas verdades! Voltando à sonsa... quando para lá fui trabalhar, era a colega mais simpática. Simpática, bonita, esperta... adorava a criatura. Eu, os clientes, os fornecedores.
Ao fim de um tempo, o verniz começou a estalar. 
Dei por mim a ter de conviver todos os dias com uma cascavel.

Ao fim de uns anos, sei que ela é de um cinismo e de uma maldade terríveis! Infeliz de quem nela confia. Ela é tão boa mas tão boa no seu papel, que o ex-marido ainda a tem por sua confidente. E se ele soubesse!!!

E há histórias, tão boas, tão boas, tão gostosas, tão quentinhas que se as vendesse, era garantido que ganharia uns valentes dinheiritos. Um argumentista que passasse uns dias connosco, daria consigo no Éden da inspiração.
Mas por hoje não vou falar mais dela. Os meus dedos recusam-se a escrever... por hoje, está claro! De uma coisa tenho a certeza, se fosse católica praticante, ela seria tema de conversa com o meu confessor. 
Saber tanta coisa e não contar a meio mundo, é complicado! Prefiro ignorá-la. Será que alguém acreditaria que tão doce criatura, destila tanto veneno e inveja??




quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Quando tudo o que se quer...

é dormir de fio a pavio... um soninho assim descansado, daqueles que fazem bem ao corpo e à alma!
E é assim que se inicia este blogue, a falar daquela coisinha essencial para me manter sobre rodas.
Claro que não sou dorminhoca, tanto posso dormir quatro horas como doze! Depende da agenda e do cansaço...
Mas adoro dormir, assim como adoro amoras brancas... E gostos não se discutem.