sábado, 31 de março de 2012

"Ser profundamente amado por alguém dá-nos força; amar alguém profundamente dá-nos coragem."
Lao-Tsé

sexta-feira, 30 de março de 2012

Nem as paredes escapam

Não me lembro onde mas sei que li que os labradores são capazes de destruir paredes.
Não me lembro onde li mas lembro-me que achei piada!
Pois tenho ali uma parede que não achou graça.
Sasha, Sasha!

E por falar em mudanças

Conheço uma rapariga que até há uns tempos quase se afogava em baixissima auto-estima.
Um dos progenitores era muito rico, dava-lhe (quase) tudo mas faltava-lhe no essencial.
Boas roupas, bons carros mas fisicamente não era como ela se sonhava.
Começou a trabalhar e gastou uns milhares numas pequenas cirurgias plásticas. Finalmente. E que ficaram bem feitas, lá isso ficaram. Tudo corrigido mas muito natural. Excelente, o cirurgião!
E foi ver o renascer da fénix. Um dia quando me viu na rua, parou o carro e quase provocou um acidente... só para me falar (mostrar-se). Estranhei tal espontaneidade nela. Depois percebi.
Se me dissessem aqui há uns tempos que ela tinha sido convidada para um pequeno trabalho num canal de televisão, pensava que gozavam.
Mas ali está ela! Como uns pequenos retoques fizeram uma tremenda diferença. Olha a confiança a transbordar! Olha como ela cresceu. Espero que ela a aproveite.
Mas também lhe estou notar vaidade. Muita!
Já me tinham chegado aos ouvidos uns zuns-zuns de muita futilidade mas vou esperar para ver na próxima vez que nos cruzarmos...

quinta-feira, 29 de março de 2012

Aprender gatês

Tenho de explicar a uma gata, dona de um feitiozinho danado, que ela não é cachecol e a continuarmos assim fico com um torcicolo que não me mexo.

Tanta ventania, trouxe CHUVA!!

Dizem que veio para ficar.
Venha ela, devagarinho e com jeito que é o que se precisa.

E como as pessoas mudam

No outro dia assustei-me.
Um amigo mudou de casa.
Um amigo, bravio, céptico e estoico confessou ter sentido por diversas vezes "algo estranho" na nova casa.
???
Que aconteceu ao meu amigo?
O homem bravio, céptico e estoico?
E convidou-nos para lá ir um dia destes.
Será que não se apercebeu do meu sorriso amarelo?
(Pois. Já lá estou! Vai esperando.)

Assim é que é

Mais de três horas a secar numa sala de espera, para depois ser atendida em menos de 10 minutos.
O Doutor ficou contente com os resultados e eu contente fiquei!
Despedimo-nos com um adeus que continha a esperança de não ser necessário visitá-lo nos próximos dois anos e com a garantia de que ele estará lá se eu precisar de alguma coisa.
Bom mesmo foi encontrar as minhas velhotas, colegas de quarto. Uma a ver passar a vida que até falar lhe dá cansaço. A outra, quem me dera a mim se chegar aos 90 anos, ter a sorte de ter a lucidez, a memória e a genica dela! E foi graças a ela que não saí de lá a disparatar por causa da espera.
E como ela me gabou o marido! Como a nossa relação lhe fazia recordar a dela! Que ela morre de saudades todos os dias do marido dela. Que não há amor assim! E que eu tenho de aproveitar todo o mimo que o meu marido me dá! (Céus! Parecia a minha avó!)
Foi bom! Mesmo! Muito bom.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Ementa mais simples não há

Somos daquelas famílias que caprichamos (demais) na ementa sempre que há um almoço ou jantar especial.
Roça o exagero. Somos muitos. Gostos diversos. Tenta-se agradar a gregos e troianos e acabamos com sobras que dão para três ou quatro dias.
Por muito que se tente contrariar e combinemos alguma contenção, há sempre alguém que quebra o acordo.
No outro dia perguntei ao meu sobrinho que queria ele para o seu jantar de aniversário. Resposta pronta: Bolo, carne e batatas fritas! Ah! E paté de atum!
Pronto! Ementa mais simples nunca houve. Agora só há que respeitar!
(Deixa-me lá rir (mais) um bocadinho!)

Cura para a insónia (ou porque o raio do sono não aparece)

Ando aqui às voltas na cama e o raio da insónia não me larga.
Parece que vou ter de pedir ajuda à Abelha Maia.
Hum...
Hoje é dia de visita ao hospital. Agrrrr!
Quando uma pessoa vai à consulta e o médico, tendo a nossa ficha aberta no computador, nos começa a falar de um fémur em vez dos ossos que partimos, faz-nos questionar que raio de cigarros anda o homem a fumar!
Por isso vamos lá ver o que ele me arranja hoje.
Só quero é que o Doutor me diga que os ossinhos estão a colar bem e que a vareta não está tão próxima do joelho como eu a sinto.
Abelha Maia? Soninho precisa-se!

terça-feira, 27 de março de 2012

segunda-feira, 26 de março de 2012

Mente aberta? Graças a Deus...

Não sou abelhuda.
Consigo relacionar-me com toda a gente.
Mas algo me diz (grita cá de dentro!) que aquela pessoa é uma sonsa.
E não sei como vai ser.
Tenta agradar-me, pensa que me conhece, mas noto-lhe no olhar um sibilar que ela pensa que não entendo.
Anda a cirandar-me a porta e as gentes do coração. Gosto de partilhar, não gosto de ser roubada.
A experiência manda-me ter cuidado.
Tenho uma cabeça arejada, mas não se venha ela armar naquilo que não é. Tenha cuidado. Espero que tenha esperteza para ver que se quer que a aceite, só tem de ser ela ela própria. Nada de personagens. Nada de sonsices!

Tenho de voltar a Sintra

De preferência, num dia em que haja pouca gente por lá. (Isto só pode ser piada!)
De Sintra devo ter meia dúzia de fotos.
Amei e odiei.
Amei tudo, menos o mar de gente! Mar? Perdão, palavra errada. Maremoto. Dilúvio!
Cheguei, olhei, cheirei (adorei o cheiro do verde) e : "Amor, ala que se faz tarde!"
Gente a mais estraga tudo!

terça-feira, 20 de março de 2012

E com esta lembrei-me de uma lengalenga que a minha professora da primária dizia

"O tempo pergunta ao tempo, quanto tempo o tempo tem.
O tempo responde ao tempo, que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem."


Tá visto, eu é que não sei aproveitar o tempo que o tempo tem.
Sabe-me sempre a pouco!
Mal me levantei, já parece que são horas de me deitar!

Quem me ensina?

Antes queixava-me que o tempo não dava para nada. Parecia que era só dormir, trabalhar e comer.
Desde que parti a perna, a minha vida deu uma volta e se no início parecia que a pasmaceira ía dar cabo de mim, rapidamente as semanas começaram a desaparecer.
Afinal somos bichos de hábitos. Habituei-me ao não faz nenhum e o tempo voltou a correr.
Quando será que descubro o truque para fazer render o tempo?

segunda-feira, 19 de março de 2012

Ó Gente, tenham dó!

Apesar de tudo, quero acreditar que tanto esforço, tanta vigilância, tem um objectivo digno. Que finalmente estão a empenhar esforços no sentido de combater o aumento desmesurado de assaltos e que por isso estão dia e noite com operações Stop montadas a mandar parar TUDO e TODOS.
Por outro lado, a minha confiança nas forças de autoridade já "esmoreceu" há alguns anos e em muitos casos, parece-me a mim, o que está a acontecer é uma verdadeira Caça à Multa. Esmifrar é muito feio, meus senhores.
Quero muito estar enganada.

sábado, 17 de março de 2012

Pois... Eu

Há dias, alguém me disse: " Apesar de tudo, você leva a vida com um sorriso"
Pois mas eu confesso que tenho muita ajuda.
E quando se tem marido e família como eu tenho, o que para a maioria parece montanhas escarpadas para outros são planícies acidentadas.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Os mais recentes passatempos da minha irmã

Jogar Playstation com o filho.
Spiderman, Dead or Alive e PES.
Estava tudo guardado mas alguém teve a ideia de os ir buscar.
Agora aguenta-te aí rapariga!

Ontem "ladrou mas não mordeu"

Céu nebuloso, alguns relâmpagos a cruzar a noite escura e uns quantos trovões deliciosos.
Chuva? Nem vê-la!

terça-feira, 13 de março de 2012

Vou deixar de ver noticiários e ler jornais e já agora escrever posts sobre política

A partir de agora, só leio revistas cor-de-rosa!
Vou enfiar a cabeça na areia e fingir que este país tem conserto.

Primeiro a história da Lusoponte, agora a demissão do secretário de estado da energia por incomodar a pobrezinha da EDP...

e vamos vendo quem realmente manda no Governo!
Mudam os Governos mas os manda-chuvas são sempre os mesmos!

Culpa do Pingo Doce ou do estafermo da caixa?

Um dos meus cunhados quando tem muitas moedas de um e dois cêntimos, agarra nelas e leva-as para o supermercado. Ora, no outro dia, deu um pulo ao Pingo Doce e tinha cerca de um euro e meio em moedas de dois cêntimos para despachar. Quando as entregou à caixa, ela recusou. A rapariga não aceitava moedas de 0,01€ e 0,02€. O meu cunhado como tinha pessoas atrás calou-se e deu-lhe mais uma nota.
Se fosse comigo? Aiiiii, se fosse comigo!!!
A menina estava com pressa, era? Seria a mudança de turno? Seria inteligente de mais para contar moedas? Ou o patrão só aceita de 0,05€ para cima?
Primeiro, insistia que queria fazer o pagamento assim. Nem que dissesse que não tinha mais dinheiro! Não chegava a 1,50€, caramba! Era coisa para se contar depressa! Se ela continuasse a recusar, pedia o livro de reclamações. Se não fosse a bem, ía a mal mas ela não se ficava a rir!
Dinheiro é dinheiro! 
Não percebo esta gente!

sábado, 10 de março de 2012

6 meses e continuas uma peste

Tudo te serve de almofada e ainda não percebemos se andas sempre atrás de nós porque queres estar connosco ou se és um medricas e tens medo de estar sozinho!

Muito esquisito

Ter um cão que gosta de ser aspirado. E que gosta de brincar com o aspirador!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Incompatibilidades

De um modo geral não consigo relacionar-me com mulheres do mesmo signo que eu.
Até agora quatro decepções bem redondas! Nunca são aquilo que parecem. O que me leva a perguntar se também serei assim. Eu que me acho transparente? Até os meus olhos não conseguem esconder aquilo que penso.
De início é tudo muito bonito, muitas afinidades mas depois é ver-me a criar uma barreira de segurança entre nós.
Giro, giro, é ter uma amiga que faz anos no mesmo dia e no mesmo mês e quando paro para pensar (coisa que evito fazer em relação a ela) vejo que está ali um clone!

terça-feira, 6 de março de 2012

Disparate

Hoje quis sentir-me gente em Portugal (que sair à rua em chinelos, no Inverno, não é muito bem visto e por enquanto não sou carmelita) e calcei umas botas (as duas), leves, seguras e confortáveis.
Estiquei-me um pouquinho e andei mais do que é habitual.
O pé começou a inchar e o marido ameaçava que em último caso havia sempre a tesoura!
Apressada. Só eu! Mas o médico mandou andar, não foi?
Agora vou procurar on-line umas sabrinas... giras e baratas.

Unidos para tudo

Como somos uma família unida, partilhamos imenso.
O bom e o mau.
Desta vez, calhou-nos em sorte uma virose. E como somos uns queridos partilhamos "a coisa". Uma mistura de gripe com mais umas coisinhas nada simpáticas.
Agora com uns quilos a menos, vou tratar de aproveitar as férias do marido!
Finalmente em casa. Na Minha Casa!