sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

BOM ANO 2011

Não achei muita piada às previsões para o meu signo. 
Mas o que eu quero mesmo, é que não seja pior do que 2010.
E já agora, como nos anos ímpares acontece sempre algo muito bom ou algo muito mau, vamos lá filtrar a coisa e deixar entrar só o bom! Só o BOM, hein??
Um BOM ANO para Todos.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Bolo de Bolacha

E está na hora.
Vamos ali até à cozinha...
Fazer um bolo de bolacha. Desejo de um dos cunhados.
E vai ficar de comer e chorar por mais! Se há coisa que ainda faço bem, (que desgraça mulher!!), é bolo de bolacha! Isto porque o dono da cozinha, de há quatro anos para cá, é o marido. E como em equipa que ganha não se mexe, ela vai continuar a ser toda tua, querido! Não há ciúmes por aqui!

E se fosse mazinha, até postava uma foto do meu cunhado agarrado ao bolo! A ver vamos!

Acerca da avó paterna do meu avô materno

Descobri há pouco anos, que a avó paterna do meu avô materno, foi uma mulher de negócios. Mais especificamente, uma taberneira. E o queixo quase que me caiu! Senhora muito respeitada e com tanto sucesso na região que o marido e o filho eram conhecidos pelo nome dela mas no masculino. Aliás, a família da minha mãe ainda hoje é reconhecida por aquele nome.
E eu inchei, inchei de orgulho! Há mulheres da minha família com histórias de vida, dignas de biografias!
Sempre que me lembro delas, incho que nem um balão!! Saber que foram tanto quando as mulheres eram tão "pouco".

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Odeio Saldos

Os saldos só me lembram o quanto somos enganados.
E como, felizmente, não sofro do mal dos sapatos, das malas e das roupinhas, odeio andar metida em lojas, tudo o que compro é porque faz falta. (Agradeço os genes, avô!) Pode acontecer comprar porque passei , vi e gostei mas é raro. 
E para compensar este meu "defeito", tenho uma sogra maravilhosa que está sempre a presentear-me com umas pecinhas jeitosas! Que mais quero eu?

sábado, 25 de dezembro de 2010

Do Natal IX

E os valores do Natal continuam a ser os mesmos.
Com menos família presente, a dos primeiros tempos, mas todos no coração.
A Magia do Natal continua.
Agora é a tua vez, Pequenino!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Do Natal VIII

Para mim o Natal só tem sentido na casa da minha mãe.
Na casa da minha mãe é que a árvore tem de ser montada caprichosamente com todos a decorarem e a opinarem (há muito que deixou de ser só a mãe)!
O presépio deixou de ter musgo porque com duas gatas em casa é complicado mantê-lo intacto! Não tem tanta piada, nem usamos a peças todas!
Mudam-se os tempos e mudaram-se algumas vontades.
Uns “partiram” da nossa vista e isso alterou alguns dos nossos costumes.
Há três anos, mais uma vez numa altura complicada, tínhamos acabado de perder o nosso avô materno, fomos surpreendidos com uma gravidez inesperada. A minha irmã presenteou-nos com um borrachinho.
É o terceiro Natal dele.
No primeiro Natal, apenas achava piada aos papéis de embrulho e olhava embevecido para as luzes da árvore.
No segundo Natal, vibrou com a montagem da árvore de Natal e deliciou-se a desembrulhar os presentes dele e ajudava a abrir os dos outros. Mas Pai Natal, nem vê-lo! Medo, muuuuito medo!
Este ano, participou com um interesse desmesurado na decoração da árvore. Protege-a da gata pequenina com unhas e dentes!
Vibra com a Popota e sabe perfeitamente o quer.
“Eu queo!!!”
Quer um portátil verdadeiro, uma máquina fotográfica verdadeira (adora fotografar e fá-lo sozinho), uma bicicleta de menino grande e vá lá, uma coisa qualquer do Ruca e mais um peluche igual ao que já tem do Panda.
O Pai Natal vai experimentar a aparecer. Convidámos o tio adolescente para assumir este cargo de importância extrema mas fomos bombardeadas com um olhar fulminante. O Pai Natal ainda existe para ele. Temos de arranjar um substituto!!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Do Natal VII

Com o que pensávamos ser a menopausa da minha mãe, veio o melhor dos presentes. Um mano. Um docinho para tempos conturbados, muito conturbados para a minha família! E com este biscoito, o Natal ganhou ainda mais brilho.
Acho que nos aplicámos ainda mais em manter a magia do Natal.
As pernadas de pinheiro foram substituídas por um pinheiro artificial mas tão bonito e enorme, que até hoje não encontramos substituto à altura! Renovámos a decoração da árvore. O presépio é feito dentro da lareira. Ainda mais bonito que os anteriores.
Ele tinha quatro anos quando casei. Felizmente os costumes natalícios na família do meu marido eram idênticos aos nossos. E com a entrada de mais membros na família, veio um Pai Natal de carne e osso.
Esse Pai Natal, aparecia depois das portas da sala fechadas e quando todos estavam de saída. 
Era deixado para ele, um copo de leite, outro de whisky e bolachas. Inexplicavelmente, ele aparecia e fazia algum barulho. O suficiente para mostrar que havia alguém num sítio onde não deveria estar ninguém. Íamos todos espreitar pelas portas. Na semi-obscuridade da sala, apenas iluminada pela árvore de Natal, o Pai Natal passeava e comia. Pobre coitado, que no primeiro ano bebeu metade do copo de leite! (Depois de um jantar regado com bom vinho, ter bebido leite, não caiu muito bem!)
Quando o viu, por uma ligeira abertura da porta, o mano estremeceu violentamente e gritou de emoção.  Os olhos completamente esbugalhados! Calou-se rapidamente para não assustar o homenzinho de barbas.
No ano seguinte, o Pai Natal chamou-o, sentou-o no colo e conversaram um pouquinho.
No infantário, alguns meninos disseram-lhe o que só esperávamos que acontecesse na primária. Defendeu a existência do Pai Natal com unhas e dentes.
Os da televisão, os dos centros comerciais eram falsos, apenas o dele é que era verdadeiro.
Teria uns 9 anos quando decidimos que o Pai Natal já não iria aparecer. Foi preparado. A partir de uma certa idade quem põe os presentes é a família. Inevitavelmente quando chegou o momento da “conversa”, ele não reagiu tão bem como nós. Vimos a tristeza e a decepção no seu olhar. Apesar disso, ele continuou a viver o Natal com a mesma intensidade, talvez um pouquinho mais caprichoso!
Apesar de hoje ser um adolescente quase adulto, a árvore só pode desmanchada depois dos anos dele, quase a meio de Janeiro!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

E depois deste desabafo...

... voltemos à labuta!

P.S. Vês como fui querida e não te liguei a torrar o juízo??

Fartinha de fazer embrulhos

Todos os anos é a mesma cantiga. Compram-se os presentes sem embrulho para nos vermos livres da confusão e quando dou por mim ando a deitar papel, fita cola e fitas, pelos olhos.
Não sei como me aturas marido!

Do Natal VI


Quando a mana descobriu que o Pai Natal não existia, depois de uma conversa parecida à minha, com a mãe e comigo, decidiu fazer o mesmo que eu.
Ao contrário dos nossos amigos, não vasculhávamos a casa à procura dos presentes escondidos. Até podíamos encontrá-los por acidente mas virávamos costas e fingíamos que não tínhamos visto nada! Sempre vivemos a magia do Natal.
Presépio, árvore de Natal, sapatinhos na lareira ou na chaminé. Deitar mais cedo nas véspera, acordar mais cedo que o costume e quietinhas na cama esperar que a mãe nos chamasse na manhã de Natal, para ver o que o Pai Natal deixou na sala. Por essa altura, já sabíamos dar importância à Consoada e ao Almoço ou Jantar do dia de Natal. Sempre rodeados de família e amigos.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Olha que coisa

Hoje ficas em casa. Amanhã estás fina. Tens de estar.

Do Natal V

Lembro-me do instante em que soube que o Pai Natal não existia e que não era o Menino Jesus a mandar-me os presentes que eu tanto desejava!
Andava na escola primária, teria uns sete anos, quando conversando com a minha melhor amiga, dias antes das férias de Natal, sobre o que tinha pedido ao menino Jesus, ela me olhou com aqueles olhos enormes e me disse: “… Mentira! São os pais que compram tudo!! Não há Pai Natal, nem Menino Jesus a dar presentes!!”
Custou, claro que custou e eu não queria acreditar! Falei com a mãe que explicou tudinho!
Com tanta criança e gente grande no mundo, era impossível ao Menino Jesus arranjar prendinhas para todos. Era então obrigação dos grandes, ver como se portavam os pequeninos (e os grandes, claro!) e no Natal presenteá-los, como os Reis Magos tinham feito com Ele.
O Menino Jesus existia, sempre dentro de nós! E o Pai Natal, realmente a minha amiga tinha razão, em cada casa havia um ou mais, mas não eram como os que eu via nos postais bonitos da mãe, nas revistas e na televisão. Afinal, eram os meus pais, a minha família, os meus amigos. Todos aqueles que gostavam muito de mim.
E mesmo sabendo isto, continuei a manter o Menino Jesus e o Pai Natal nos meus Natais, a minha maninha não podia descobrir! Era um segredo para guardar religiosamente.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Como dizia a minha bisavó...

"Pôs-se-me uma dor aqui nas cruzes que não me aguento!"

Do Natal IV

No meu 5.º Natal, tive o melhor presente. Chegou 15 dias antes do habitual.
Tinha sido um ano complicado para mim por causa de um grave acidente doméstico e a minha mãe prometia que o Menino Jesus iria mandar o melhor presente de sempre. Estava dentro da barriga dela!
Tudo bem explicadinho pela mãe, que para me animar na difícil convalescença, me mostrava como a barriga crescia, como ela se mexia e explicava que o Menino Jesus, já tinha mandado um presente muito especial. Por aqueles dias, viam-me folhear revistas e sempre que via a fotografia de um bebé, tentava enfiar as mãos pelo papel, para o agarrar! Estava muito ansiosa!
E realmente, o Menino Jesus não me desiludiu! Apareceu-me em casa uma bebé, que eu achava muito mais bonita do que as que via nas revistas.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Um desejo para 2011

Adorava ter este menino...

Mas com este já fico satisfeita...
Vamos mandar a crise às favas, sim??

Do Natal III


A partir do momento em que o presépio e a árvore estavam todos bonitinhos, nos seus lugares, o meu passatempo preferido era ficar ao pé deles. Olhando e pedindo à minha mãe para contar a história do Menino Jesus e do Pai Natal, uma e outra vez!
Só devo ter começado a pedir presentes tardinho, porque na minha cabecinha e como a minha mãe dizia, o Menino Jesus sabia tudo o que eu queria e era ele que dizia ao Pai Natal.
No dia 24, à noite, antes de ir para a cama, cedinho que era para ser Dia de Natal mais depressa, a minha mãe pedia-me para ir buscar um sapato de cada membro da família e dispúnhamos cada um, em frente ao Menino Jesus.
Nunca vi o Pai Natal. Só o resultado da sua visita.
Acordava cedíssimo e ía espreitar. E lá ficava eu, especada à porta da sala, a olhar os presentes. À frente de cada sapato, uma fila de embrulhos. Muitas vezes, havia alguns espalhados. Longe dos outros. Eram sempre para mim. E eram sempre os mais desejados.
Esperava que a família se reunisse e só depois começávamos a desembrulhar. A cada presente desembrulhado, viam uma Soneca de boca aberta. Uau, a mãezinha tinha razão! O Menino Jesus sabia tudo.
Mas o Natal não era só feito de presentes! Era dia de vestir roupinha nova (hábito sagrado até que tive idade para me impor) e de ir para casa dos avós maternos. Durante a tarde e a noite andava num corrupio! Ao jantar havia sempre muita gente! O meu tio adorado, o meu avô mais simpático, a avó mais rabugenta, os tios-avós que não tiveram filhos. Por vezes, os meus avós paternos também iam. Aparecia família a cada instante, felizmente sempre vivemos perto uns dos outros! Bisavós, muitos tios-avós, muitos primos, até vizinhos! E nas mãos deles vinha sempre um presentinho para a menina, que o Pai Natal tinha deixado nas suas chaminés, com a indicação de que era para Mim!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Do Natal II

Esqueci-me de um elemento decorativo muito, muito importante. 
Não tens desculpa. 
Pai Natal, sinos, pinhas, bolinhas, coelhinhos, garrafinhas, joaninhas, sombrinhas… todos de chocolate, embrulhados naquele papel magnífico, pendurados nos raminhos. 
A partir do dia 24, a minha mãe deixava-me escolher e comer um por dia. Tirava a prata com todo o cuidado para não rasgar e escusado será dizer que o Pai Natal era o último a ser comido!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Do Natal I

Em pequenina a minha loucura pelo Pai Natal, fazia-me desejar ardentemente pelo Natal.
Ainda íamos a meio do Verão e já eu questionava todos à minha volta. Queria saber se faltava muito tempo. Ninguém escapava, não fosse alguém estar a enganar-me. 
Nos meus primeiros cinco anos, filha e neta única, fui educada no verdadeiro espírito natalício. Com uma mãe tão sensível a esta quadra, fui ensinada da grande importância de todos os passinhos para um Feliz Natal.
1.º Passo: Preparar devidamente a casa. 
Ir com a mãe apanhar caixas de musgo, verde e fofinho e com o pai apanhar uma bela pernada de pinheiro, (daquelas que normalmente se cortam para limpar a árvore, nada de cortar pinheirinhos!!).
Começávamos pelo presépio. Parte dele, era muito antigo, trazido pela minha mãe quando casou. Assim como um mimo da minha avó, que tinha um  enorme e que casando a minha mãe dias antes do Natal, não quis que a filha sentisse falta do seu presépio de sempre, na sua nova casa. 
Depois do presépio, era a vez da árvore. Se a pernada era jeitosinha, a minha mãe colocava-a num vaso de barro, se tivéssemos azar com a escolha do pai, ela pegava num serrote e com partes de outras pernadas, construía a árvore ideal. Começava a decoração. Luzes, fitas brancas, vermelhas, douradas, prateadas, verdes, bolas, pequenas e grandes, de muitas cores, na sua maioria vindas também da casa da minha avó materna, eram usadas consoante a inspiração que assaltava a minha mãe. Para rematar, colocava lindos postais de Natal, sinais dos amigos que estavam longe.
Foto: www.eb1peboliqueime.blogspot.com
Esta foto que encontrei numa pesquisa na net, é uma pequenina amostra das árvores da minha infância.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Exorcismo ao cansaço

Cansada... extremamente cansada. Demasiado trabalho para um só dia. 
Farta de ouvir tanta galinha cacarejar. Há pessoas naquela empresa que não trabalham. Cacarejam. Có-có-có-ró-có! Falam deste, daquele, da outra, do marido, da mulher, do amante, do dinheiro do amante,  do BMW novo que o amante lhe ofereceu, do que faliu, do que vai falir. Mal empregado dinheiro que se gastam naqueles ordenados. Trabalhem e deixem de se alimentar da vida dos outros!Queixam-se pelos cotovelos. Para o ano hão-de se queixar mais. Há que ter peso e medida no que falamos e no que fazemos. Enxerguem-se! (Zangada, muito zangada!)
E que frio este?  Será que ainda podemos falar de estações? Há semanas um briolzinho de cortar os ossos, depois muita chuva e vai aí, veio uma semaninha de temperaturas primaveris. Nem parecia Dezembro! Agora aparece este frio, vindo lá do cu de judas, só para nos recordar que afinal, estamos na estação dele e queiramos ou não, temos de o gramar! (Completamente gelada!) Frieiras, nem se atrevam a aparecer!
E vai que para me animar... (sorri, querida!), vou sonhar com o euromilhões e (se me lembrar de jogar amanhã), talvez me caia qualquer coisinha no sapatinho!
Arriba rapariga, que amanhã é sexta e queixumes só atrapalham a vida.
Ai!!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Não dei pelo fim de semana...

Deitar às seis da manhã e acordar às três da tarde, estragou tudo... e depois ficar na ronha, no quentinho da cama até às cinco.
É tão bom dormir mas fica sempre esta sensação de tempo perdido.
É o peso de consciência, é o que é. Por não aproveitar ao máximo o fim de semana.
Estás a ficar velha rapariga!!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Uauuuu!!!

Há cada uma!!!
Não falo mal ou serei pior que ela.
Não falo, não falo, não falo... dificil é controlar o pensamento...
Uauuu...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Conforta a alma

Impossível descrever a satisfação que sinto quando conheço ou sei de alguém que ocupa um lugar de topo e que por motivos de saúde, de cor, género ou opção sexual, em tempos idos, seria ostracizado.