segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Espera aí! Não contando com o dia de hoje, faltam cinco dias para o Natal...
Terça, quarta, quinta, sexta, ... Hum... Hum...
Estou no maior dos relaxes, ainda faltam comprar uns 2/3 dos presentes (enfrentando a realidade talvez seja mais) e a cabeça está a zeros quanto a ideias.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Com o caraças!

Faltam dez dias para o Natal e cada vez mais percebo os meus avós quando diziam que "presentes é prós pequeninos"!
O melhor do Natal é ter a famelga toda connosco e o resto são cantigas!

Constatação: estou arisca e rabugenta.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Raridades

Ou como o filho sai ao pai.
O meu irmão deve ser a única pessoa que conheço que viaja imenso mas nunca tira fotografias.
O pai não tirava e não tira porque não se dá ao trabalho de levar máquina fotográfica, o filho mesmo com os melhores telemóveis, só fotografa o que lhe interessa profissionalmente.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

2016 - O ano da colheita

Com uma mão a Vida dá, com a outra a Vida tira.
O ano, usando uma expressão que o meu avô materno usava muito sempre que algo não lhe corria de feição, tem sido cadelo.
A minha cabeleireira diz que é por ser bissexto... 
Eu sei lá... eu acho que é aquela Coisa que nos une a todos a alterar o guião...a chamar as tropas especiais à sua presença. Talvez no passado não desse a devida importância a determinados acontecimentos. Apesar de ter consciência que algumas coisas acontecem segundo um padrão porque já as vi repetirem-se de tempos a tempos, continuo a ter dificuldades em assimilar.

A família cada vez mais, fica mais pequena. Ela que era tão jeitosinha, tão compostinha. São mais os que partem do que os que nascem.

Com uma mão a Vida dá, com a outra a Vida tira mas por muito que dê, dificilmente compensa o que nos tira.

domingo, 27 de novembro de 2016

'Allo 'Allo!

Faro foi a cidade escolhida para a despedida da peça de teatro 'Allo 'Allo! e nem o mau tempo impediu a sala de encher! O que é sempre bom sinal! Queremos mais peças de teatro em Faro, o país não é só Lisboa e Porto!

Tinha ouvido falar muito bem da peça e as expectativas estavam bem lá em cima.
Ao intervalo já eu confessava ao marido um certo desapontamento e ele partilhava do mesmo sentimento. As pessoas riam muito mas não sei se é por termos os dois a série muito presente, estivemos sempre a comparar e a achar que poderia ser melhor. Preferíamos até que a peça fosse ligeiramente mais pequena desde que tivesse só as cenas mais "apuradas" e não tivesse por exemplo, a cena do cinema que tinha tudo para ser engraçada mas que a determinada altura perdeu-se.

Claro que nem tudo foi menos bom! Adorei muitas das cenas, algumas levaram-me às lágrimas.

Adorei a Yvette (Melânia Gomes) que estava assustadoramente fenomenal, a Mimi (Mara Prates), o René (João Didelet), o Gruber e o Crabtree (Pedro Pernas) que apesar de um bocadinho exagerado me arrancou umas boas gargalhadas.

Já da Helga e do Herr Flick esperava muito, muito mais.

E de quem senti muita a falta, foi da Madame Fanny. Não se faz uma desfeita destas, meus amigos! Tinham enfiado a velhota na sua cama de ferro, num daqueles carrinhos como fizeram com os cenários do escritório nazi e com o espaço do Herr Flick e tínhamos ficado todos muito mais felizes! 

E pronto, saí de lá com aquela sensação agridoce mas na generalidade, o público pareceu gostar bastante e isso é que interessa.

As fotos que seguem são do Teatro das Figuras.






 

sábado, 26 de novembro de 2016

Era tão, tão boa!

A foto não é de hoje. Enquanto organizava fotografias, vi-a e a boca encheu-se de água.
A goiabada que a doce R. trouxe na bagagem, lá do outro lado do Atlântico, era de comer e chorar por mais! Gordice boa!


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Explique-me... expliquem-me...

São portugueses, falam português (de Portugal) mas nos faces e Instas, nas suas declarações apaixonadas escrevem sempre "te amo muito", "te adoro muito"...

Arre! Tenham paciência!

domingo, 4 de setembro de 2016

Festival do Percebe - Vila do Bispo

Verão (quase tão) quente como este, se não me falha a memória, foi o de 2003.

Ontem à tarde, fugimos para Vila do Bispo. Fomos pela primeira vez ao Festival do Percebe e abençoada terra... corria uma aragem que sem ser fria, era fresca comparada com o forno de onde tínhamos saído. Boa para nós, péssima para o fogo que deflagrava em Monchique.
Chegámos cedo.
Íamos à procura do petisco porque para o jantar, alguém dizia que tínhamos de ir a um "lugar com comida mais consistente". Tudo boas bocas.
Este género de eventos são bons é para quem não sabe cozinhar ou então para quem é de fora! O que gastámos lá, dava para o dobro do repasto em casa.


Os percebes estavam um pouco deslavados, na opinião da minha irmã mas deixaram-se comer.

A dose de lapas vinha bem servida mas estavam emborrachadas. Ou o cozinheiro descuidou-se, ou as raparigas lá naquela zona são assim mais para o rijo.

 A moreia frita estava deliciosa mas havia na mesa quem só se lembrasse de cobras. Agradeço-lhes, mais ficou para mim e a dose só pecou por ser pequena.

As navalheiras estavam boas. Claro que, na mesa, ninguém percebia porque gosto tanto daquilo. Acho que gosto mais do acto de comer a navalheira porque aquilo pouca carne tem. Parte-se a casca com os dentes, chupa-se daqui e dali. É viciante (e relaxante)... para mim...Gosto tanto destes caranguejos que se os tiver em casa, levanto-me a meio da noite para ir comer uns quantos!

Quanto ao choco frito, ficou por conta do cunhado mas não ouvi grandes queixas!

Não comemos mexilhões porque ninguém aprecia e quanto ao xarém (xerém) come-se em casa! É um bocado estúpido pagar por uma dose, o mesmo que gasto para fazer uma panelona de papas em casa!

E para quem não gosta de nada disto, podia optar por salada de polvo ou bifanas.

Foi bom?
Foi, valeu pela companhia.
Quanto ao festival pode melhorar um bocadinho mais.
Força aí!

Ah! E um obrigada a todos aqueles que se fazem ao mar para apanhar uns dos meus crustáceos preferidos! Para mim são perceves mas para muitos são percebes! Percebes?

domingo, 7 de agosto de 2016

Overdose veranil

E no meio de uma onda absurda de calor, vinda sei lá de onde, começa-se o dia já depois das dez. Compra-se sardinha para assar na brasa ao almoço e no mercadinho do Largo do Carmo, encontra-se uva lá dos lados de Tavira. No saco, vem também uma meloa.
Estou estupidamente feliz. Abro o saco e enfio o nariz lá dentro.
A máquina do tempo foi imediata. Um autêntico murro no estômago.

Tem cheiros que o tempo não apaga.


segunda-feira, 11 de julho de 2016

Éder vai ficar na História do futebol português...

O jogador que a maioria das pessoas desvalorizava, concretizou o sonho português. A Vida a ensinar todos os dias.

O dia 10 de Julho de 2016 foi um bom dia para o Desporto Português!



terça-feira, 7 de junho de 2016

O Paulo Portas e a Mota Engil

Não é o primeiro, nem há-de ser o último.
Dizem que não há incompatibilidades... mas cara de pau, há e muita!
É um mal transversal. Pode "atacar" qualquer político de qualquer partido.
É uma festa, senhores! É uma festa!

sábado, 4 de junho de 2016

Branca de neve

Se não começo a apanhar sol, mudo de nome.

Ouviu, S. Pedro?
Estabilidade. Consistência. É o que se pede.

Agradecida.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Infeliz ideia, Sr. Pedro Abrunhosa!


"Tudo o que te dou" como hino de apoio à selecção portuguesa, é... é... estou sem palavras!
A letra, tudo bem, percebo. Mas a música? A música? É para dormir durante os jogos ou quê?

domingo, 29 de maio de 2016

sábado, 28 de maio de 2016

E ela que não passa

A vontade de mudar de vida e de viver de forma completamente diferente.

E cada dia que passa, é um dia perdido.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Meu rico dinheiro...

63 euros jogados à rua.
A maioria dos meus cabelos brancos são mais mais fortes que a tinta.

Eh, valentes!

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Sei bem do que preciso...

Nada como um bom monte de roupa, um ferro e uma tábua de engomar para relaxar.
Esfregar a banheira ou lavar loiça, também ajuda.

Não sou normal, pois não?

Para ser menos diferente, confesso... que uma horinha alapada ao sol sem mexer a peida, também faz milagres!

Os maus ventos de 2016... alguém os leve para longe...

Dizem que é por ser bissexto, talvez tenham razão mas o ano está a ser cadelo!
É que nem é preciso pôr o nariz na rua para nos chegarem as más notícias.
Não sei qual a má onda que anda no ar...
As pessoas mudam, têm comportamentos e atitudes completamente inesperadas. 

E nem falo do "ceifeiro" que está particularmente activo desde o início do ano...
Sempre que aparecia a notícia de que alguém tinha falecido, eu dizia que mais um tinha sido chamado à boxe. Agora calo-me. Como alguém disse, para se morrer basta estar vivo.
Como é que é aquela cena do inferno astral? É que só me chegam notícias de suicídios! É uma tristeza. Uma incongruência. As pessoas devem estar no maior dos buracos mas depois têm uns tomates do tamanho do mundo para terminarem com a vida das piores maneiras. Não bate certo.

A atmosfera ao redor é tão blanhc que é como se uma pessoa estivesse a usar um vestido dois tamanhos abaixo. Todos os movimentos são cautelosos e estudados... só para evitar que o vestido se desfaça. É que nem respiras como deve ser! Gaita!
A sensação não é nada boa! Nada boa.


sexta-feira, 13 de maio de 2016

Obrigada mas já chega!

Há uns dez dias comentei com a minha avó que o final de 2015 e início de 2016, tinham sido parcos em trovoada. De repente, vem o aviso de temporal, de alertas amarelos e laranjas. E se muitas vezes as previsões acabam por não se concretizar, desta vez foi o bem bom.

Começou com uma chuvinha e com um ribombar ao fundo. Depressa a chuvinha passou a aguaceiro forte com a trovoada instalada em cima de nós. Cada trovão vinha mais violento que o anterior, a casa tremia por todo o lado. Não se via vivalma na rua.

Foi assombroso mas felizmente não me causou estragos.

Diverti-me porque adoro trovoada, desde que esteja em sítio seguro e ainda me diverti mais... ai, a sacanice!... por saber que determinada pessoa que tem pavor de trovões, estava na mesma zona que eu. Feio, feio, eu sei! Mas ela merece!

Desde aí tem chovido o que não choveu no Inverno. O céu é uma mescla de fofas nuvens brancas e farrapos de nuvens cinzentas, carregadas de água, prestes a desabar. Crise de bipolaridade a montes, lá em cima, meio que a imitar uma mulher com tpm.

E já chateia. Há oito dias que é mais ou menos a mesma história.
Preciso de sol. De calor. De abrir janelas e arejar a casa. De lavar roupa e encher estendais.
Preciso de praia. De começar a largar a roupa quente. De tirar o edredon da cama.

Dizem agora que no domingo o sol vai brilhar e a temperatura vai subir. Espero bem que não se enganem.

- Ouviram, pessoal do IPMA? Espero bem que não se enganem! Preciso de pôr os corninhos ao sol e comer uma pratada de caracóis ao ar livre!

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Farta de gente armada aos cágados

"Chique" pra cá, "Chique" pra lá.
"Ao mais alto nível" pra cá, "ao mais alto nível" pra lá.
É o que lhes sai da boca a cada duas palavras.

Conduzem Porshes, Jaguares, Maseratis. Mercedes e BMW só os topo de gama.

Beijinhos repenicados, outros molhados, bocas de pato, risinhos estridentes.

Abrem a boca e não valem um tostão.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Da Vida dos outros que é minha

Mudanças. Muitas. Ingratas.
Perdidos. A maioria.
Achados. A minoria.
Desertos. Trapos. 
Os dias perdem-se uns nos outros. A areia passa pelo estreito. Escorre depressa demais.

Fechas os dedos. Apertas bem apertados para evitar que escape.
Mas escapa. Por muita força que faças, vai escapando de fininho.
E tu contrarias. Vês a porta, lá ao fundo, cada vez mais próxima.
Um dia, a porta abre-se e tu nada podes fazer para o impedir.
Mas continuas a cerrar os dedos...
Sempre... até que o dia chegue.

domingo, 10 de abril de 2016

Só tretas

Dizem que com o avanço da idade ficamos mais pacientes!

Ahahah

Não dá para ver mas rebolo com a piada!

terça-feira, 29 de março de 2016

Da justiça angolana (sim, com letra pequena)

Não vale um chavelho.
...

Clandestinos do Amor - Ana Moura



                              
"Vivemos sempre sem pedir licença
 cantávamos cantigas proibidas
 Vencemos os apelos da descrença
 que não deixaram mágoas nem feridas

 Clandestinos do Amor, sábios e loucos
 vivemos de promessas ao luar
 Das noites que souberam sempre a pouco
 sem saber o que havia para jantar

 Mas enquanto olhares para mim eu sou eterna
 estou viva enquanto ouvir a tua voz
 Contigo não há frio nem inverno
 e a música que ouvimos vem de nós

 Vivemos sem saber o que era o perigo
 de beijos e de cravos encarnados
 Do calor do vinho e dos amigos
 daquilo que para os outros é pecado

 Tu sabias que eu vinha ter contigo
 pegaste-me na mão para dançar
 Como se acordasse um sonho antigo
 nem a morte nos pode separar

 Nós somos um instante no infinito
 fragmento à deriva no Universo
 O que somos não é para ser dito
 o que sente não cabe num só verso

 Enquanto olhares para mim eu sou eterna
 estou viva enquanto ouvir a tua voz
 Contigo não há frio nem inverno
 e a música que ouvimos vem de nós"

                      António-Pedro Vasconcelos

sábado, 19 de março de 2016

sexta-feira, 18 de março de 2016

Pequenas grandes coisas

Há lá melhor coisa  que deitar numa cama de lençóis lavados?

Talvez haja.

Deitar em cama de lençóis lavados depois de um banho relaxante.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Está tudo mal

Depois do telefonema de ontem, confirmei  mais uma vez que andamos com as prioridades completamente erradas.
Não damos para tudo ou não temos capacidade para dar resposta a todas as questões mas ontem tive a certeza que se "ela" quisesse, se "ela" se dispusesse, seria reconhecida da maneira a que tem direito.
Alguém aprenderia que não é por parir... Há muito tempo que ela fez a escolha errada e aposto que a vida dela seria muito diferente se tivesse sido outra a direcção.



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Ai, ai...

Com a "euforia" do registo de facturas para o IRS, uma alminha penada ligou-me uma noite, era quase uma da manhã...
"- O que faço com a piscina do miúdo?
 - Tens receita?
 - Não!
 - Então não podes meter em saú...
 - Não? E se pedir ao médico?
 - Mas o menino não tem problemas de saúde!
 - Ora... pode ser que o médico passe... por problemas respiratórios... sei lá!
 - Hum... tu lá sabes!"

O que esta gente faz por uns míseros euros!

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Mau, mau, Maria!

É a tanta a ventania que as janelas parecem querer sair dos caixilhos...

Era preferível uma chuva maneirinha a ventania desta!

E com o tempo que está lá fora só me apetece para o almoço, cozido à portuguesa ou papas de milho...


Shiuuuu

O Dia dos Namorados pode ser quando bem entendermos, portanto...


Nada de dramas!

Aqui foi na passada quinta-feira! Porque sim, porque nos apeteceu! 

 

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Médicos em extinção

Sobrinho de sete anos para a mãe:

- Mãe, quero ser médico...
- Queres?
- Quero... daqueles que estão em extinção no Hospital de Faro!
- Queres ser ortopedista? Então vais partir e arranjar ossos!
- Vou???
- Vais!
- Mas mãe, todos os médicos têm de ver os orgãos que estão dentro das pessoas?
- Todos!


Médicos em extinção!
Impagável! O miúdo já faz futurologia!
Temo que a medicina já tenha sido riscada da lista!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Hipócrita

A pessoa diz que adora cães.
A pessoa tem vários cães, de variadas raças.
A pessoa vende as ninhadas e até hoje não percebi se tem mais alguma actividade remuneratória. (Que isto de amigos, amigos mas de dinheiros, religião e política não se fala!)
Pelas fotos que partilha nas redes sociais, a pessoa parece tratar muito bem os cachorros. Camas dentro de casa, mantas limpas, comedouros individuais. E os animais parecem gostar da pessoa.

Há uns meses, a pessoa declarou no facebook que determinada cadela tinha parido mas que de n cachorrinhos somente tinha sobrevivido um.
A pessoa ressalvou que já era a segunda vez que tal acontecia.
A pessoa estava ali  praticamente a dar a cadela a quem primeiro se chegasse à frente.

Engoli em seco e deu-me vontade de a mandar para a p*** que a pariu. Perdoe-me a mãe dela que não tem culpa alguma.
Por acaso até a mandei. Só não escrevi.
Não escrevi mas houve quem comentasse elogiando a bichana e ignorando a proposta da salafrária.

Hoje a pessoa postou uma foto com o seguinte texto: "Os meus cães não são animais de estimação. Os meus cães são família."

Hipócrita.

Hoje estou simpática. Tiveste sorte!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Por ser inusitado é digno de registo

Não tenho memória de alguma vez ter dito que o mês de Dezembro foi ameno. Quase morno.
Foi rara a noite em que o edredon não era demais.
Só por duas vezes usei casacos mais quentes e na véspera de Natal a vestimenta era impensável em anos anteriores, numa sala que não tivesse aquecimento.
O Janeiro também começou assim mas dizem que está prestes a mudar.

O vento uiva lá fora e dizem que a máxima para hoje são uns doce 18 graus. Já amanhã a história parece ser outra!