segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Explique-me... expliquem-me...

São portugueses, falam português (de Portugal) mas nos faces e Instas, nas suas declarações apaixonadas escrevem sempre "te amo muito", "te adoro muito"...

Arre! Tenham paciência!

domingo, 4 de setembro de 2016

Festival do Percebe - Vila do Bispo

Verão (quase tão) quente como este, se não me falha a memória, foi o de 2003.

Ontem à tarde, fugimos para Vila do Bispo. Fomos pela primeira vez ao Festival do Percebe e abençoada terra... corria uma aragem que sem ser fria, era fresca comparada com o forno de onde tínhamos saído. Boa para nós, péssima para o fogo que deflagrava em Monchique.
Chegámos cedo.
Íamos à procura do petisco porque para o jantar, alguém dizia que tínhamos de ir a um "lugar com comida mais consistente". Tudo boas bocas.
Este género de eventos são bons é para quem não sabe cozinhar ou então para quem é de fora! O que gastámos lá, dava para o dobro do repasto em casa.


Os percebes estavam um pouco deslavados, na opinião da minha irmã mas deixaram-se comer.

A dose de lapas vinha bem servida mas estavam emborrachadas. Ou o cozinheiro descuidou-se, ou as raparigas lá naquela zona são assim mais para o rijo.

 A moreia frita estava deliciosa mas havia na mesa quem só se lembrasse de cobras. Agradeço-lhes, mais ficou para mim e a dose só pecou por ser pequena.

As navalheiras estavam boas. Claro que, na mesa, ninguém percebia porque gosto tanto daquilo. Acho que gosto mais do acto de comer a navalheira porque aquilo pouca carne tem. Parte-se a casca com os dentes, chupa-se daqui e dali. É viciante (e relaxante)... para mim...Gosto tanto destes caranguejos que se os tiver em casa, levanto-me a meio da noite para ir comer uns quantos!

Quanto ao choco frito, ficou por conta do cunhado mas não ouvi grandes queixas!

Não comemos mexilhões porque ninguém aprecia e quanto ao xarém (xerém) come-se em casa! É um bocado estúpido pagar por uma dose, o mesmo que gasto para fazer uma panelona de papas em casa!

E para quem não gosta de nada disto, podia optar por salada de polvo ou bifanas.

Foi bom?
Foi, valeu pela companhia.
Quanto ao festival pode melhorar um bocadinho mais.
Força aí!

Ah! E um obrigada a todos aqueles que se fazem ao mar para apanhar uns dos meus crustáceos preferidos! Para mim são perceves mas para muitos são percebes! Percebes?

sábado, 3 de setembro de 2016

domingo, 7 de agosto de 2016

Overdose veranil

E no meio de uma onda absurda de calor, vinda sei lá de onde, começa-se o dia já depois das dez. Compra-se sardinha para assar na brasa ao almoço e no mercadinho do Largo do Carmo, encontra-se uva lá dos lados de Tavira. No saco, vem também uma meloa.
Estou estupidamente feliz. Abro o saco e enfio o nariz lá dentro.
A máquina do tempo foi imediata. Um autêntico murro no estômago.

Tem cheiros que o tempo não apaga.


segunda-feira, 11 de julho de 2016

Éder vai ficar na História do futebol português...

O jogador que a maioria das pessoas desvalorizava, concretizou o sonho português. A Vida a ensinar todos os dias.

O dia 10 de Julho de 2016 foi um bom dia para o Desporto Português!



domingo, 26 de junho de 2016

terça-feira, 7 de junho de 2016

O Paulo Portas e a Mota Engil

Não é o primeiro, nem há-de ser o último.
Dizem que não há incompatibilidades... mas cara de pau, há e muita!
É um mal transversal. Pode "atacar" qualquer político de qualquer partido.
É uma festa, senhores! É uma festa!

sábado, 4 de junho de 2016

Branca de neve

Se não começo a apanhar sol, mudo de nome.

Ouviu, S. Pedro?
Estabilidade. Consistência. É o que se pede.

Agradecida.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Infeliz ideia, Sr. Pedro Abrunhosa!


"Tudo o que te dou" como hino de apoio à selecção portuguesa, é... é... estou sem palavras!
A letra, tudo bem, percebo. Mas a música? A música? É para dormir durante os jogos ou quê?

domingo, 29 de maio de 2016

Serei só eu?

Evito ler livros escritos por amigos.
O meu julgamento e a critica são sempre maiores.

sábado, 28 de maio de 2016

E ela que não passa

A vontade de mudar de vida e de viver de forma completamente diferente.

E cada dia que passa, é um dia perdido.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Meu rico dinheiro...

63 euros jogados à rua.
A maioria dos meus cabelos brancos são mais mais fortes que a tinta.

Eh, valentes!

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Sei bem do que preciso...

Nada como um bom monte de roupa, um ferro e uma tábua de engomar para relaxar.
Esfregar a banheira ou lavar loiça, também ajuda.

Não sou normal, pois não?

Para ser menos diferente, confesso... que uma horinha alapada ao sol sem mexer a peida, também faz milagres!

Os maus ventos de 2016... alguém os leve para longe...

Dizem que é por ser bissexto, talvez tenham razão mas o ano está a ser cadelo!
É que nem é preciso pôr o nariz na rua para nos chegarem as más notícias.
Não sei qual a má onda que anda no ar...
As pessoas mudam, têm comportamentos e atitudes completamente inesperadas. 

E nem falo do "ceifeiro" que está particularmente activo desde o início do ano...
Sempre que aparecia a notícia de que alguém tinha falecido, eu dizia que mais um tinha sido chamado à boxe. Agora calo-me. Como alguém disse, para se morrer basta estar vivo.
Como é que é aquela cena do inferno astral? É que só me chegam notícias de suicídios! É uma tristeza. Uma incongruência. As pessoas devem estar no maior dos buracos mas depois têm uns tomates do tamanho do mundo para terminarem com a vida das piores maneiras. Não bate certo.

A atmosfera ao redor é tão blanhc que é como se uma pessoa estivesse a usar um vestido dois tamanhos abaixo. Todos os movimentos são cautelosos e estudados... só para evitar que o vestido se desfaça. É que nem respiras como deve ser! Gaita!
A sensação não é nada boa! Nada boa.


sexta-feira, 13 de maio de 2016

Obrigada mas já chega!

Há uns dez dias comentei com a minha avó que o final de 2015 e início de 2016, tinham sido parcos em trovoada. De repente, vem o aviso de temporal, de alertas amarelos e laranjas. E se muitas vezes as previsões acabam por não se concretizar, desta vez foi o bem bom.

Começou com uma chuvinha e com um ribombar ao fundo. Depressa a chuvinha passou a aguaceiro forte com a trovoada instalada em cima de nós. Cada trovão vinha mais violento que o anterior, a casa tremia por todo o lado. Não se via vivalma na rua.

Foi assombroso mas felizmente não me causou estragos.

Diverti-me porque adoro trovoada, desde que esteja em sítio seguro e ainda me diverti mais... ai, a sacanice!... por saber que determinada pessoa que tem pavor de trovões, estava na mesma zona que eu. Feio, feio, eu sei! Mas ela merece!

Desde aí tem chovido o que não choveu no Inverno. O céu é uma mescla de fofas nuvens brancas e farrapos de nuvens cinzentas, carregadas de água, prestes a desabar. Crise de bipolaridade a montes, lá em cima, meio que a imitar uma mulher com tpm.

E já chateia. Há oito dias que é mais ou menos a mesma história.
Preciso de sol. De calor. De abrir janelas e arejar a casa. De lavar roupa e encher estendais.
Preciso de praia. De começar a largar a roupa quente. De tirar o edredon da cama.

Dizem agora que no domingo o sol vai brilhar e a temperatura vai subir. Espero bem que não se enganem.

- Ouviram, pessoal do IPMA? Espero bem que não se enganem! Preciso de pôr os corninhos ao sol e comer uma pratada de caracóis ao ar livre!